Esse feriado passou voando. Não por menos, afinal não teve um dia sequer vazio, com Show do Stereomotive e Riverboys, Divina Rocks e o aniversário dos 5 anos do Selo Sem Sê-lo.
Estive presente em grande parte das atividades do Aniversário do Selo e vou fazer um pequeno resumo das impressões.
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No primeiro dia do evento, quinta, cheguei um tanto quanto tarde, com o lambe-lambe e stencil rolando. Mas acompanhei a Oficina de Maracatu.
Acho que a grande marca do aniversário do Selo foi a mistura do orgânico com o técnico. Ou seja, não teve uma atração que tratou apenas do conceito. No Maracatu, foi conversado sobre suas origens, ideais, valores, e, só depois, o barulho aconteceu, ensinando fatores técnicos, como tempo, manuseio dos instrumentos e mais.
E o tempo todo rolando o live painting, deixando as paredes do Espaço Labirinto demais.
O segundo dia do evento, sexta-feira, houve um valioso bate-papo com o Kbeça, representando o We Shot Them, coletivo que fotografa shows. O mesmo que ocorreu com a Oficina de Maracatu, aconteceu no bate-papo: foi falando desde o porquê o grupo foi criado até dicas de luz, manuseio de máquinas, posições, tratamento de imagem…
Fechando a sexta, assistimos o ótimo Cheiro do Ralo, com o Projeto Contracine.
Sábado foi um dia cheio de atividades também, a começar pela ótima oficina de Zine, que, antes de colocar a mão na massa, todos assistiram a um documentário sobre o assunto.
Inclusive, Selo Sem Sê-lo, quando irá disponibiliar o Zine que fizemos na oficina?
Em seguida, eu conversei com os presentes sobre o uso de ferramentas 2.0 na produção de conteúdo cultural underground. Uma coisa que martelei bastante: a independência não é muleta para a falta de profissionalismo (no sentido de qualidade e não remuneração) no material produzido, seja blog, música e afins…
Finalizando as atividades, aprendemos sobre gravação de podcast com os rapazes do Isquizofonia que, inclusive, gravaram o programa lá mesmo.
Muito conteúdo, muita conversa, muita gente (não tanto quanto deveria/poderia ter). Assim foi o aniversário do Selo Sem Sê-lo que há cinco anos vem fazendo muita coisa bacana.
E, para terminar, teve a festa. Há um coletivo em São Paulo, se não me engano, que tem um nome ótimo: “Se não posso bailar, não é minha revolução”. E eu concordo plenamente.
Parabéns ao Selo e todo mundo responsável por esse evento.
Por Zelenski, ao som de Beastie Boys.











Fico super feliz em saber que chegou uma galera nova,q veio pra ficar e movimentar essa cidade !!!!…..Fiquei triste em ñ ter comparecido na festa de aniversário dessa trupe,mas fiquei sabendo que foi óteeema!!!……Parabéns gente!!!!